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  1. Réquiem (Lauren Oliver)

    quarta-feira, 24 de junho de 2015

    requiem
    Viva livre ou morra

    Réquiem


    Réquiem é o terceiro e último livro da série Delírio, e é aquele em que tudo se completa... Ou era isso que todos esperavam acontecer... Este é um daqueles divisores de águas que sempre dá confusão. E por isso existem os que odiaram o fim de Réquiem e os que amaram, ou pelo menos entenderam o que Lauren Oliver quis dizer com tudo aquilo.

    Nesse livro as coisas estão bem quentes e acontece uma coisa atrás da outra, além de que temos dois pontos de vista bem diferentes da trama toda, um de cada lado da cerca. Essa resenha TEM SPOILER, é o último livro da trilogia e o que me deu mais raiva.

    Edição:


    Diagramação muito boa, espaçamento também. Gostei pra caramba da cor desse último, é muito bonito. Não tem muito o que falar, é praticamente igual a dos dois primeiros.

    Estória:

    No final de Pandemônio Alex aparece do meio do nada, acusando-a de não ser confiável para Julian, o que deixa o final do livro com um sentimento de "WTF". Eu como a metade da população do mundo pensávamos que ele estava morto, ou que estava preso, mas não, ele simplesmente aparece, sem dar mais explicações. Em Réquiem acreditei que tudo seria explicado, mas não, do meio pro final talvez, mas no começo fica tudo muito sem sentido o lance do Alex, e Lena como era de se esperar fica muito perdida e dividida entre Alex e Julian, o que para melhorar as coisas não dá muito certo já que Alex decidiu se tornar o ser mais imbecil ever, tratando-a mal e ignorando-a na maioria das vezes!

    O grupo parte para um abrigo maior e que os boatos diziam ser mais confortável que os demais que encontraram até ali e que continha muito mais pessoas. Porém nessas idas e vindas eles percebem que não é nada disso, acabam se perdendo e quase mortos por vários motivos. O fato é que o Governo tem mandado pessoas para matar todos os inválidos do lado da Selva, a guerra começou e vai acabar em sangue. Entretanto os inválidos também estão planejando contra ataque e acreditam estar em maioria. Acontece muita coisa nesse livro, explica algumas, e outras não. Percebemos as necessidades de cada personagens e como cada um reage a cada desafio. 

    Acontece que os capítulos são separados de um jeito parecido com o de Pandemônio, a diferença é que estes são um de Lena e outro de Hanna, sua melhor amiga que ficou dentro da cidade, que passou pela intervenção e que teve suas emoções apagadas de sua vida, todavia a gente percebe logo no começo que a intervenção em Hanna não funcionou tão bem. Esse livro é cheio de segredos e você sente todas as emoções do mundo, principalmente raiva!!! Confesso que eu queria mais, confesso que eu queria saber de tudo tudo, e eu chorei muito, no final e depois, fiquei uma semana de depressão pós livro. Essa trilogia marcou minha vida, espero que marque a sua ♥


    nice



    Que Deus me perdoe, pois eu pequei. Que me livre das paixões, pois os infectados chafurdarão na lama com os cachorros, e só os puros ascenderão até o céu.


    Título Original: Requiem
    Autora: Lauren Oliver.
    ISBN: 978-0062014542
    Editora: Intrínseca
    Edição: 1ª edição.
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  2. Meu jeito Liz Lee de ser

    sábado, 20 de junho de 2015


    @barbarelice

    Life sucks, but it’s okay.  Isso é o que Liz diria pelo dia de hoje, mas a vida continua e ainda assim existirão dias bem piores, temos duas opções, ou fugimos pela janela do desconhecido da covardia, ou enfrentamos de frente.  Escolhi por motivos desconhecidos até por mim, que eu levantaria minha cabeça e reconheceria quem eu sou sem nenhuma vergonha, não tem por que sentir-se envergonhado de quem você é! Foi pensando assim, que mesmo com muita dor muscular, levantei da cama e coloquei uma das minhas roupas favoritas para brilhar, bom não exatamente brilhar, porque não tinha uma variação muito grande de cores, mas dá pra entender o quê de tudo isso.

    Fui andando para a Missa e finalmente, depois de um mês inteiro, consegui dar um sorriso verdadeiro só de olhar para o céu azul e tão cheio de sol como nunca antes, só de ter o vento brincando com meus cabelos, só de ser mais um dia dessa vida que temos que lidar. Eu fui feliz, e senti paz, por ser quem eu sou. Com meus fones bem colocados, liguei o play do meu celular para escutar Transatlanticism – Death Cab for Cutie, e me senti no meu céu, aquele paraíso que a gente geralmente projeta quando tudo fica ruim e só queremos desaparecer. E assim como Liz fiz as coisas do meu jeito, encarei as coisas da minha maneira, enterrei minha baixa estima e sorri.

    Assim como a Liz eu crio expectativa sobre coisas e sobre pessoas que talvez eu nunca devesse criar, eu provavelmente devia ter a manhã de hoje como um lema para o resto da minha vida, ser feliz quando acontecerem coisas felizes, por menor que seja, sorrir somente quando for fora de controle sorrir, não por educação ou constrangimento, somente sorrir. Ter uma vida leve e bonita, e talvez assim como a Liz eu entenda que está tudo bem não estar bem de vez em quando e negar as coisas que acontecem a sua volta só porque são ruins não é um jeito muito saudável de se viver.

    E percebi que o que é mais parecido com a Liz é o conceito de Família.

    Porque às vezes família não são aquelas pessoas que você nasceu rodeada, que tem o mesmo sangue que você ou até o mesmo sobrenome. Família é quem você escolhe para estar ao seu lado em todos os momentos, aqueles que não te abandonam por nada, aqueles que são capazes de ouvir seu choro há milhas e milhas de distância, e correrem pra te ajudar. Família é quem daria a vida e até sacrificaria a própria felicidade pra te ver feliz. Família como dizia a Lilo quer dizer nunca mais esquecer ou abandonar.  Eu tenho minha família, e os amo muito, é muito triste admitir que  poucos tem meu sobrenome, eles não me julgam, ou criticam de forma destrutiva, eles não zombam de mim ou tem “vergonha” de andar comigo. Eles respeitam e amam minha arte, minha forma de me expressar. Eles não falam mal de mim ou até mesmo me traem. Eles erram, mas eu também.

    E por mim, por eles, e por Liz eu decidi sorrir quando falar de mim mesma, decidi me amar mais, e mais! Decidi mandar quem achar minha diferença estranha, pra bem longe de mim.





    May the force be with you. It’s with me. 


    Ps: Se quiserem conhecer a Liz, só assistir My Life as Liz.
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  3. 4 on 4 (Junho 2015)

    sábado, 6 de junho de 2015

    A música meu amigo, ela move montanhas


    Harmonica


    Elvis rules

    guittar

    EEB


    1. Gaita. Ela toda linda e charmosa me completa, minha gaita é a minha melhor amiga nas horas tristes, ela consegue passar exatamente o som de uma lágrima. ♥
    2. Sou uma pessoa que gostaria de ter CD's essas coisas, mas não tenho muito. Os que tenho são especiais e a maioria do Elvis hehe
    3. Toco violão desde os 10 se não me engano, não sou A pessoa que toca maravilhosamente, mas estou em constante aprendizagem :D
    4. Elvis Presley, fui no Elvis Experience Brazil em 2012 e foi a melhor experiência da vida, saí de lá aos prantos *-*


    Essas foram minhas fotos, peço desculpa pela demora. Vejam a postagem do pessoal :



    Thank You!
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